SÓ UM LEMBRETE
Sobre pessoas que não vêem, que não se vêem, que olham para outro lado através uns dos outros. Esperam, planejam sem sair do lugar, até que percebem que não sabem quem está ao seu lado. Estão cegos para a sua própria vida, que continua a passar. E há um corpo que não espera, que é a nossa medida do tempo, do tempo que ja vivemos, do tempo que talvez ainda nos reste.
"Nesta corrida que todos os dias nos precipita um pouco mais para a morte, o corpo guarda as marcas desse avanço irreparável", Albert Camus, O Mito de Sisifo
(Ricardo Pereira)
Quarta-feira, Fevereiro 15, 2006
reminiscências, poemas e utopias de Bruno Ribeiro, Ricardo Pereira, Geraldo Magela e Caio Vaz Guimarães
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1 Comments:
Olá Ricardo!
É isso mesmo, acabou por aqui?
Então onde te encontro, pra cultivar as esperanças?
Aparece...
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